Nossa luta não é só por R$0,55

“Nossa luta não é só por R$0,55”. Foi esse debate que o PSTU/AL realizou na última sexta-feira (28), em sua sede. Cerca de 40 pessoas assistiram à mesa que contou com as falas dos militantes Laís Cavalcante e Wibsson Ribeiro, que explanaram sobre as mobilizações que sacudiram todo o Brasil.

Em sua fala, Laís Cavalcante abordou o colapso do transporte público em nosso país. Transporte que pagamos e que não vemos melhoria. A estudante destacou o péssimo desserviço que as Parcerias Público Privadas (PPP) trazem aos setores explorados da sociedade.  “Quem paga pelas ‘gratuidades’ dos ônibus (grávidas, idosos, deficientes físicos) são os trabalhadores. Nem os patrões, nem os governantes têm prejuízos. E a juventude e os trabalhadores estão indo às ruas para gritar que não aceitam isso; que abrem mão da Copa do mundo, mas que querem investimentos em saúde e educação”, afirmou.

Wibsson Ribeiro falou sobre a mudança na realidade brasileira. “Estamos vendo as maiores mobilizações de rua, desde o ‘Fora Collor’”, destacou. Neste contexto, vemos o repudio aos partidos políticos, que aparece como resultado das traições à classe trabalhadora. Temos 10 anos do governo PT, que garantiu ser o oposto de tudo que vivíamos e que na prática manteve e mantem as mesmas ações do governo PSDB. “Entendemos este sentimento, e por isso queremos debater com cada pessoa. Queremos apresentar o PSTU e faze-los entender que de fato somos diferentes”, concluiu.
 
O PSTU defende o investimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) para os transportes públicos e controlado pelo estado, principalmente para o setor metroferroviário de passageiros, pois é essa a melhor forma de locomoção das cidades e resolveria boa parte da crise de congestionamento da cidade e também possibilitaria um transporte muito mais barato da população e também entre cidades.
 
Para ver mais fotos do evento: http://migre.me/fguah

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